Tratamento da Candidiase esofágica
Considerações iniciais
Candidíase esofágica, uma infecção do esôfago por fungos do gênero Candidíase Esofágica, geralmente Candida albicans. Ela é mais comum em: imunossuprimidos; HIV/AIDS; uso de corticoide; câncer; diabetes; idosos; desnutrição; alcoolismo; uso prolongado de antibióticos.
Sintomas típicos:
Quando suspeitar fortemente?
Quando há:
odinofagia importante;
imunossupressão;
candidíase oral associada.
Em muitos casos, faz-se tratamento empírico com fluconazol.
Melhora rápida em poucos dias reforça o diagnóstico.
Quando fazer endoscopia?
A Endoscopia Digestiva Alta é indicada quando:
dúvida diagnóstica;
ausência de melhora;
imunossupressão importante;
dor intensa;
suspeita de CMV/herpes;
sangramento;
recorrência.
Achado típico:
placas esbranquiçadas aderidas ao esôfago.
Tratamento de primeira linha
A droga padrão é:
Fluconazol
Esquema habitual em adultos:
200–400 mg/dia por 14 a 21 dias.
Na prática:
frequentemente inicia-se 200 mg de ataque - depois 100–200 mg/dia.
Casos moderados/graves: 400 mg/dia.
Via oral ou EV?
Via oral
Endovenoso
Se:
Se não responder ao fluconazol
Pensar em:
Alternativas:
Muito importante: investigar causa de base
Candidíase esofágica em adulto frequentemente sugere alguma predisposição.
Vale investigar:
Fontes